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“DOLO”<br>Nada queres fundamentar, nem saber o que é um crime e depois apontas chavões aos outros (racista, fascista, reaccionário, doente…). Pois,  não há tempo para saber e nem para explicar mas muito a esconder!..<br><br>1ª FASE DA VERDADE RELATIVA
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“DOLO”
Nada queres fundamentar, nem saber o que é um crime e depois apontas chavões aos outros (racista, fascista, reaccionário, doente…). Pois, não há tempo para saber e nem para explicar mas muito a esconder!..

1ª FASE DA VERDADE RELATIVA

Definição de DOLO CULPA » ILICITUDE » CRIME » Dolo, em direito penal, está no domínio da culpa. A figura do dolo representa as 3 formas de culpa puníveis (intenção, consequência necessaria da conduta e conformação). Ou seja, através do dolo sabemos se o autor, o cúmplice ou o comparticipante de um facto ilicito, têm culpa ou não e se ela é punível. Tem culpa punível, o autor, o cúmplice ou o comparticipante de um facto ilícito se agir com intenção (está conscientemente ou sabe que está a praticar uma ilicitude), como consequência necessaria da conduta, ou por conformação, seja como autor, como cúmplice ou como comparticipante. Se não há culpa punível através do dolo, pode haver culpa por negligência ou por anomalia psíquica. Ou seja, é preciso apurar primeiro quem é que...
“ILICITUDE”
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“ILICITUDE”

Definição de ILICITUDE CRIME » DOLO» CULPA » Ilicitude, tudo aquilo ou os actos que, independentemente de serem legais ou ilegais pela verdade ideológica do agente, são apenas contra direito, bem como toda a lei ilicita, inconstitucional ou contrária aos direitos maiores de uma região ou família. Significa o mal ou o que é proíbido, em suma praticar um crime ou violar uma norma legal mas contra-direito e com culpa, seja esta consciente ou não (portanto é o acto sem causas de exclusão da ilicitude e da culpa ou com dolo, ou por negligência ou anomalia psíquica e realizado pelo autor). Enquanto a Ilicitude é ter uma conduta sem causas que a possam excluir, o Direito é praticar apenas os pressupostos das causas que excluem a ilicitude e também a culpa dolosa. As causas que ...
“Mártir”<br>
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“Mártir”

Mártir, pessoa que sofre uma perseguição política e partidária dos nazis, romanos, democratas ou comunistas, por defender uma causa ou a verdade de um processo ou facto contra a ditadura ou dinastia de famílias de poder, ou que é afastada ou assassinada por ser o escolhido ou é testemunha contra o regime sombra ou para lhe serem roubados os seus bens ou entidades e empresas criadas, de modo a fazerem parte do estado sombra de entidades e associações obscuras de financiamento, branqueamento de capitais e da despesa pública, das eleições e das actividades terroristas relacionadas contra os próprios súbditos para denegrir a imagem dos outros candidatos (ganhar os actos eleitorais através da simulação de factos contra o poder vigente, para que a culpa seja imputada pelo Povo e a Comunicação-s...
“FACTO PUNÍVEL”
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“FACTO PUNÍVEL”

Facto punível, é o facto praticado sem causas de exclusão da ilicitude ou da culpa se existir dolo, nos termos do artigo 14.º, e nº 2 do artigo 31.º do Código Penal. Para que um facto seja punível ele tem de ser reprovável e determinado ou executado sem justificação de direito, ou seja, sem causas de exclusão da ilicitude ou da culpa (artigos 31.º a 39.º), numa das formas de crime previstas nos artigos 26.º, 27.º e 28.º (autoria, cumplicidade e comparticipação), e com dolo (confirmação da culpa como fundamento da punibilidade em ordem à acusação), porque a ordem jurídica se considera na sua totalidade (nº 1 do artigo 31.º).
“JUSTIÇA”
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“JUSTIÇA”

Justiça, é a aplicação coesiva ou punitiva relativa aos direitos e deveres violados, pelas suas e nas suas próprias fontes, analisando as verdades-ideológicas em conflito e condenando apenas as condutas ilícitas, as negligentes-grosseiras e as com anomalia psíquica grave. Quer dizer que a justiça relativa a litígios, reclamações ou queixas-crimes entre funcionário e civis e entre civis, uma vez que a juntar ao curso de direito se junta o conhecimento factual mais próximo e não a análise longínqua de um gabinete, e porque sempre acontecem nas proximidades ou localidades, não pode ser encomendada ao Estado e nas próprias localidades (regime criminoso feudal), ela tem de pertencer ao Povo nas localidades onde os factos acontecem embora em segurança, através de associações de direito-penal...
“MÁ-FÉ”
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“MÁ-FÉ”

Má-fé, intenção de prejudicar alguém, deslealdade, violador do contrato, má educação, falso. Deduzir pretensão ou oposição cuja falta de fundamento não devia ignorar, alterar a verdade dos factos ou omitir factos relevantes para a decisão da causa, omitir o dever de cooperação, Tiver feito do processo ou dos meios processuais um uso manifestamente reprovável, com o fim de conseguir um objectivo ilegal, impedir a descoberta da verdade, entorpecer a acção da justiça ou protelar, sem fundamento sério, o trânsito em julgado da decisão. Não agindo de boa-fé ou sem cuidado o primeiro lesado reage sempre com perturbação induzida, e assim, não sendo o autor dos factos jamais pode ser constituído como arguido, pois só é punível quem actua com formas de crime e com culpa, porque contra o primeir...
“NORMA IDEOLÓGICA”
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“NORMA IDEOLÓGICA”

Norma Ideológica, são ordens ou fundamentos de direito baseados em verdade ideológica, ou seja, meia-verdade ou norma alterada por subtracção ou adição adequadamente à necessidade, ou por analogia com um pensamento privado ou colectivo cultural, daí que sejam sempre falsos e usados por magistrados nazis ou de um estado-criminoso, normalmente para usar a fé-pública e assim poder simular a legalidade. Tais pessoas omitem o contraditório ou as disposições legais aplicáveis aos factos que alegam, ou fazem trocadilhos entre várias normas ou da mesma norma para confundir os inocentes ou os lesados, apostando na sua ignorância, e assim entorpecer o direito, esconder intenções ou alterar o sentido das normas oficiais (organização sombra de membros hereditários na função-pública, crianças raptadas...
“MOTIVO”
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“MOTIVO”

Motivo, é a causa que move ou determina a conduta do agente, nomeadamente a causa objectiva, considerada como as suas verdade-ideológica ou educacional (se é agnóstico ou religioso, corrupto ou de uma organização), e em conjunto com a causa subjectiva (os motivos particulares, objectivos ou bens em concretos que o agente quer alcançar ilicitamente, aparentemente bons ou maus para o próprio agente). Um motivo sempre tem uma explicação racional para explicar ou justificar a conduta do agente, e existem duas tipologias de motivos: A causa ideológica ou motivos objectivos, e os motivos subjectivos particulares do agente. Motivos objectivos, estão relacionados com a causa geral da conduta, nomeadamente o agente ser influenciado pela educação, partido político, organização, agnosticismo o...
“BOA-FÉ”
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“BOA-FÉ”

Boa-fé, intenção valorosa de descobrir ou denunciar algo para o bem comum, convicção de que a verdade é o caminho, palavra que sintetiza a lealdade, o respeito, a liberdade, a igualdade e a responsabilidade entre as pessoas ou partes relativamente a qualquer pedido, relação social ou contratual. Agir de boa-fé é ter um objectivo legítimo ou defender o contrato ou o parceiro, valores que devem ser respeitados até pelos inimigos. A boa-fé prova-se pelo resultado, por exemplo se o resultado for a denúncia há boa-fé, se for a extorsão ao criminoso e este fizer queixa sabendo que é autor de um crime mais se prova a má-fé do queixoso ao deduzir pretensão ou oposição cuja falta de fundamento não devia ignorar em sentido da culpa, e de ser a primeira ilicitude que o colocou em situação contrár...
“LIBERDADE”
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“LIBERDADE”

A liberdade é fazer o que nos interessa, obter o que necessitamos, agir de livre arbítrio ou pela vontade e sem imposições culturais ou ideológicas mas sem violar qualquer contrato (igualitariamente), seja ele a lei, a lealdade, a igualdade, o auxílio, o direito ou o consentimento de outrem (sem que se prejudique outrem no sentido moral, material, social e económico). Porque assim que atingimos ou prejudicamos o contrato moral, sendo este o maior contrato que está implícito em todas as sociedades para colmatar as suas falhas, evidentemente que a nossa liberdade acaba e muitas vezes através da reacção do lesado. Ou seja todos nós sabemos quando a nossa liberdade termina, é na altura em que o que fazemos ou dizemos é prejudicial, falso, desadequado ou i...