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Mandado de detenção falsos assinados por escrivães, fazendo-se passar por juízes de direito.

Estes mandados abaixo são falsos, como se pode verificar não tem assinatura pelo próprio punho, apenas um rubrica igual, violando na íntegra o artigo 95.º do CPP.

Quem assina quer fazer-se passar por juiz de direito usando o seu nome, porque antes disso tinha forjado uma penhora falsa de 1200 euros. E o mandado foi preparado para prender a vitima do crime no Tribunal do Seixal. Assim, tinham tudo preparado, ao ser presa a vitima telefonaram para a família a exigir o pagamento de 1200 euros contra a libertação do preso.

Normalmente que faz este tipo de falsificações no Seixal é Carlos Capela Prates e Isabel Doutel Dias, isto se tais nomes forem oficias e verdadeiros e não uma dupla entidade.

Repare na folha nº 2 do 2º Documento, alegadamente uma sentença assinada pela juiz oficial e verdadeira cujo nome aparece no 1º documento (Elsa Duarte Abrantes).

Trata-de de um processo escondido (trocado entre um grupo de funcionários às escondidas), já que o Tribunal do Seixal é uma entidade privada dos barões negros da escravatura instalados no poder político da Câmara do Seixal (de Moçambique, Angola e Guiné).

Documento 1 – Mandado falso, processo 312/05.7TASXL:

mandado-assinatura-falsa1

Documento 2 – Mandado falso, processo 360/05.7TASXL:

mandado3

Documento 3 – Assinatura de sentença da juiz cujo nome aparece nos mandados falsos:

sentenca-falsa-312-1

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