Domingo, Dezembro 4Bem-vindo

Começou a “MATAR” as Associações Juvenis por motivos partidários

Acontece desde 1996/7.

Família “Lopes”, distribuída por institutos e GNR, matam empresários por actos simulados para roubar entidades e as suas actividades (os nazis). Parece inacreditável mas os nazis sempre o foram.
Fátima Lopes, da máfia socialista Lopes.

Os actos ou atentados são realizados por simulação de doença, rixa, suicídio e acidente. Quando não o conseguem persegue as vítimas através dos Tribunais e da GNR detidos pelo nazismo negro de Angola, Moçambique e Guiné, que é composto pela dinastia africana terrorista Costa, Santos, Silva, oriunda dos partidos comunistas africanos a partir de Orlando da Costa (os barões negros da escravatura).

As actividades são roubadas aos fundadores de associações e empresas para depois serem abertas, com outra designação e em outros locais, outras associações, empresas e fundações , normalmente escondidas ou sob a capa de fé-pública e eventualmente para branqueamento da despesa pública e esconderijo da preparação das actividades terroristas.

O leitor repare que a carta enviada para esta associação é ilegível (mais abaixo, doc. 2), ninguém sabe o que o IPJ der Setúbal pretende, ou seja, não se conhecem os factos concretos ou erros alegados e nem os motivos de direito ou normas que estão na fase ou que podiam fundamentar a decisão.

A carta é notoriamente um documento falso, destinado a eliminação partidária, porque o relatório da associação foi enviado em Julho e o IPJ só podia solicitar alterações ou a rectificação de erros até Outubro (90 dias), e teria de dar oportunidade para rectificar qualquer erro antes de suspender a entidade.

Na verdade é ilegal suspender a actividade de uma associação sem dar um prazo de resposta, daí que se prova a intenção ou maldade desta directora do IPJ de Setúbal. A ideia foi abater esta associação de inventores.

Mais tarde aparece outra associação com um nome parecido, mas que ninguém conhece, nem a população, nem as câmaras municipais e nem os jornalistas.

Ao fazerem queixa o fundador da associação foi constituído como arguido e preso por seis meses no Montijo, através de uma sentença falsificada pela falsa juiz Patrícia Lopes, que era da família daquela directora do IPJ de Setúbal, Fátima Lopes.

O Presidente da nova associação APIICIS é o falso engenheiro Maldonado Lopes, da família de Fátima Lopes (IPJ de Setúbal) e de Patrícia Lopes (a juiz impostora).

E cabo da GNR que realizou todas as prisões ilegais, por ordem de tribunal fantasma, é José Lopes, Cabo Mor 1866200 da GNR da Aldeia de Paio Pires, pessoa da família de Maldonado Lopes, Fátima Lopes e Patrícia Lopes.

A advogada nomeada ilegalmente para enganar o arguido foi Sandra Batista Mendes (sandrabaptistamendes-1079e@advogados.oa.pt), que recusou ao arguido enviar o recurso das decisões judiciais e recusou ainda fazer o pedido de habeas corpus, pois era tudo uma conspiração para roubar as actividades do CIS-JuveCriativa, numa altura em que estava a ser criado o “Emprego do Estudante”, o “Emprego de Verão” e o “Livro Mundial das Invenções”, acordado com Anne Valerie Giscard D’estaing, já com a primeira publicação portuguesa (cadeira e mesa, de Manuel Dias e António Gonçalves, de Barcelos), edição de 1998.

Até hoje a associação encontra-se suspensa e o seu fundador já foi preso 3 vezes, mais duas vezes em 2017, entre 17 de Janeiro a 6 de Dezembro, através de mais dois processos crime falsos (1966/12.3TASXL e 1348/04.0TSXL). O primeiro processo não era oficial, foi criado pelo advogado João Paulo da Costa Lourenço, que também era o defensor auto-nomeado do arguido que ele queria mandar prender e conseguiu, por sua vez o advogado é da família de Alfredo da Costa, presidente da CM Seixal, Guineense, que encomendou o processo 1348/04.0TASXL à sua própria família que se distribui ou se movimenta em todos os tribunais, nomeadamente nos tribunais de Almada, Setúbal e Seixal.

Nos tribunais de Setúbal e de Almada, a rede do Estado Sombra ou Os Nazis recusam fazer as revisões dos processos, mantendo o lesado na perseguição total e na escravatura total, desde 1997.

Veja agora a prova documental, isto é uma conspiração internacional…

Prova 1: Processo Nº 2139-05.7PBSTB, decorreu no Tribunal de Setúbal.

Prova 2: Carta do IPJ-Setúbal.

carta-ipj1

Provas 3: A nova associação que substitui a original.

Partilhe a informação: POVO INFORMADO JAMAIS SERÁ ESCRAVIZADO.

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