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COVID 19 – VACINAS NA CONCORRÊNCIA?
AFINAL O RACISMO É LEGÍTIMA DEFESA?
Joaquim Fidalgo

A CONTRADIÇÃO É INDÍCIO E PROVA?

Porque é que o jornalismo foi substituído por comentadores mentirosos e falsos professores universitários?

NOTA: Este artigo ainda está em actualização.

A CONTRADIÇÃO É INDÍCIO E PROVA?

Salvo melhor entendimento a culpa pode derivar de dolo (devido a ilicitude e formas de crime), ou de negligência, ou de anomalia psíquica.

Só há crime quando há dolo, já que a negligência e a anomalia podem conter factos puníveis mas não são crime. No presente caso há 100% de dolo porque não se aceita ser professor por motivos culturais ou partidários mas sim para ensinar livremente e com responsabilidade. E a economia e o direito são ciências exactas mas quem sabe entender e não para decoradores, incapacitados ou alegados doutores!..

Pela verdade justa, uma contradição falada ou escrita em relação à realidade certa não só é indício como também é a prova, não necessita de outra, basta a comparação das alegações com a ciência provada. Na realidade todos os malfeitores políticos escondem a autoria dos crimes, ou pela camuflagem ao usar verdades ideológicas e normas ideológicas ou através da realidade produzida, transmitidas por uma certa entidade capturada e como fé-pública, ou pela encomenda da execução, o que por sua vez só é possível com a protecção de uma dinastia distribuída pelo poder político, o judicial, o executivo e o poder comunicacional.

Naturalmente o jornalismo da responsabilidade foi subsistido pela separação de poderes (lavagem do crime entre várias pessoas ou entidades), porque a intenção é usar a fé-pública de um alegado professor para difundir verdades ideológicas como se fossem realidades certas.

A intenção é enganar o Povo através de respostas previamente estudadas com fins partidários, em suma a ditadura colectiva ou nazismo (representação política por mercenarismo de uma cabeça escondida longínqua: O Polvo).

Joaquim Fidalgo será um falso professor universitário?

Em primeiro lugar a ideia de negar ao jornalista e à notícia a fundamentação é habitual nas ditaduras, em que perante uma verdade ideológica e uma notícia falsa, ou encomendada, é imprescindível que alguém seja a retaguarda. É como os tribunais serem em Portugal a retaguarda dos crimes dos políticos e suas dinastias, tal como disse a Polícia Judiciária em 2004 “Os tribunais são a retaguarda do crime…. Cuidado!…”

Daí que perante uma falsa comunicação social seja necessário recorrer a um mercenário do mesmo regime, o tal regime que em vez de fundamentar prefere usar um comentador professor como fé-pública. Ou seja, em vez de provar a realidade através da sequência dos factos, recriando o acontecimento relativo ou mapa psiquiátrico do facto, a RTP e o regime sombra utiliza a fé-pública para impor a sua realidade ideológica, atribuída através de um alegado professor universitário, como se bastasse ser professor para ser a verdade, e como resultado a instalação da verdade única ou conhecida no Povo (dinastia na cultura e no saber).

Joaquim Fidalgo é um falso professor universitário?

Mais parece um professor do secundário, pois de outra forma não declarava ideias ou apenas o acto de conhecer, avançava para o entendimento do acto de conhecer. Isto é, ele não ficaria no campo do conhecer mas se apresentaria como portador do saber, e para isso teria de conhecer o porquê dos factos dentro dos acontecimentos relativos e esclarecê-los ao mesmo tempo, pois não basta afirmar é obrigatório provar.

Ao fazer o contrário o comentador quer impor ideias como realidades, nada mais perigoso. Destarte que é combinado porque quem diz algo normalmente tem um interlocutor a aprovar.

Mas acontece que Joaquim Fidalgo simula a explicação dos factos como ideias, ou seja, antes dos porquês (não se chega à frente), e, porque tudo o que não é relativo não pode existir mas para ele existe, a sua intervenção é inútil e perigosa para quem o ouve.

Não o será por dolo de intenção mas pelo menos há culpa como consequência necessária da sua conduta, pois todos temos a noção de que para se falar dos assuntos temos de os entender, ou seja, saber dos porquês para os podemos fundamentar.

Notícia falsa (25/03/2021 – RTP3):

Fátima Araújo

Pelas 05.45 horas, hoje dia 25/03/2021, vimos Joaquim Fidalgo responder à jornalista da mesma intuição, ou seja, como se fosse tudo uma troca de interesses, sobre a questão das vacinas e sobre a violência e o racismo. Primeiro em relação à encomenda de vacinas na economia de mercado, e depois em relação aos fluxos migratórios que, na sua visão, não retiram os empregos.

Introdução:

Em primeiro lugar esta gente está metida numa caixa, esta é o salário partidário ou estereótipo político-social, e por isso não precisam se esforçar por estudar e de ver a realidade através da prova.

Em segundo lugar esta gente só conhece um tipo de violência, aquela que lhes interessa, nomeadamente a legitima defesa!… Pois é… Para eles a legítima defesa é a única violência punível pela lei, embora a lei afirme o contrário. Logicamente que para os criminosos o crime é a legitima defesa.

Para eles não existe a violência escrita e nem a violência cultural, só há a violência física e só essa é que é crime, quando na realidade toda a violência física é derivada da violência falada, escrita e cultural. E à violência cultural despoletada pela cultura de outrem, que colide com a cultura do direito de outrem, eles chamam de racismo.

Violência cultural é querer impor uma cultura dentro de outra, por exemplo a cultura das máfias asiáticas (prostituição, escravatura e estado selvagem), o que é inexequível… Pois onde há várias culturas não há cultura nenhuma possível em face do pluralismo, que não é um acontecimento relativo mas uma realidade produzida de interesses. Ou seja, para haver várias culturas em proximidade (no mesmo território pequeno) todos têm de entender a mesma cultura como é óbvio, o que apenas é possível em vários anos ou pelo menos numa geração e mesmo assim nunca uma cultura se pode fundir com outra porque a criação ou raiz é invariável.

Para compreender isto vamos por partes:

Joaquim Fidalgo disse neste dia que “devido à lei da oferta e da procura alguém se aproveita e não se importa de pagar mais caro a importação de vacinas”. O comentador falava sobre a questão de Israel ter adquirido mais vacinas porque pagou mais caro.

Ora, para este comentador o direito não é igual para quem se esforça mais, e, por outro lado, acha que, sob a lei da oferta e da procura, “quando há mais procura o preço aumenta por causa da escassez”, o que leva à especulação como sua ideia e que “as empresas produtoras se aproveitam para aumentar os preços.

Lá está a doença do esquerdismo nas pessoas que apenas aprendem e não estudam para além disso (os facilitistas). Todas aquelas declarações são fdaslas.

Na realidade certa ninguém paga mais como abuso do direito de igualdade e nem a lei da oferta e da procura pressupõe que o preço do produto sobe por causa da escassez, aliás esta uma ideia, ou seja, não é uma realidade mas apenas uma política para enganar o Povo.

Será que os nossos professores universitários são falsos… Ou ignorantes por motivos partidários?

O que acontece na realidade certa, é o seguinte:

Em relação ao direito de igualdade ele pára quando outrem se prepara melhor e mais se esforça, logicamente isso inclui também a majoração de custos. Isto é o direito de prioridade, ou seja, quem chega primeiro é que ganha, aliás tal como manda a lei da esquerda, só que os esquerdistas só aprovam a sua própria lei se ela for para seu benefício (é por isso que se chama esquerdista ao indivíduo que faz tudo ao contrário do que diz).

Não na realidade ideológica do esquerdista mas tão só no contraditório especialista, uma encomenda seguinte e maior é sempre mais cara porque os custos são maiores à unidade, desde logo a previsão da inflação no ano seguinte, em geral todos os custos, de produção e de distribuição aumentam e muitas vezes até 30%, a diluir pelo preço ao consumidor, independentemente da prioridade, e desde logo por ser necessário mais serviços, mais mão-de- obra e horas extraordinárias, mais equipamentos, mais manutenção, etc.

Agora o principal: O aumento da procura tem ver com uma razão temporal, daí o aumento do preço, no sentido de que é nesse tempo que se exige mais produção, e logo que se chegue à fase cruzeiro o preço começa a descer, é a lei da utilidade marginal quanto aos bens não diários, em que a variação da procura influencia a janela temporal entre a procura e a capacidade de resposta da produção e da entrega.

Por outro lado, o lucro de uma encomenda não se prevê para o futuro de outras encomendas, apenas para garantir o funcionamento, porque cada uma delas tem a sua exigência, e quanto maior é a produção maiores são os seus custos. Os custos de uma encomenda não se misturam com a globalização dos custos, não são apenas futuros, são mais presentes do que a longo prazo. Cada encomenda é que forma o conjunto da sustentabilidade económica, que é sempre crescente, em virtude da lei da utilidade marginal, que funciona inversamente do ponto de vista colectivo em relação à fase de procura.

Na realidade o preço de um bem nada tem a ver com a quantidade comercializada, é um erro afirmar que a produção em massa faz baixar o preço, precisamente porque o preço baixa apenas através dos custos de produção. É um pouco o que acontece com várias empresas a produzir o mesmo produto em que o preço do bem aumenta devido à dispersão dos custos de fabrico. Ou seja, por um lado um monopólio não pode baixar o preço e por outro lado a produção distribuída também não, já que esta anula a procura monopolista.

O preço elevado incentiva a produção porque é sinónimo de lucro, o que por sua vez se relaciona com a estabilidade ou sustentabilidade de uma empresa.

A verdade é que se a pouca procura faz baixar os preços como direito, em razão de que os custos de produção são mais baixos, assim também a muita procura inverte a posição mas é o mesmo direito necessário.

A procura influencia apenas a produção, logo é a produção o autor do preço mais elevado e não a procura directamente.

Por outro lado a compra em quantidade é que faz baixar o preço ao revendedor mas não ao particular globalmente considerado, porque aquele precisa de ganhar algo em relação ao preço final oferecido. Quer dizer que não é a venda em quantidade a partir de uma empresa produtora que pode fazer baixar o preço ao público e ao mesmo tempo mantê-lo ou baixá-lo quando a procura é maior, já que uma procura maior não se relaciona com os lucros já obtidos, uma vez que o orçamento já é outro. E os lucros nunca aumentam só porque há mais vendas, só podem aumentar racionalmente porque nenhum produtor vende depressa e a preço baixo por causa da procura, seria contra-producente. O que quer é vender consoante a procura, seja ela muita ou pouca, e ao preço mais lucrativo do mercado.

É falso o conceito de que os consumidores procuram cada vez mais quanto menor for o preço, isso é um preço promocional ou de liquidação, não é a venda normal, até porque nem todas as pessoas precisam do mesmo produto e, como é sabido, quem manda não é a oferta mas a procura, embora exista um equilíbrio entre ambas. As pessoas procuram é sempre o menor preço. O produto excedentário prova isso, pois quando há excedente é porque a procura está afectada, daí a baixa do preço uma vez que é possível perder lucro quando ele já foi assegurado antes (o preço que aumentou com a procura é que permite baixar o preço na baixa procura), porque em economia a sustentabilidade é a razão e não as ideias.

Em suma não é a oferta que explora a procura porque é esta que determina as condições da oferta, como é óbvio. A procura influencia o tipo de produção e sendo por isso que cabe a esta mandar no preço. O que muitas pessoas querem é as coisas de mão-beijada, não querem oportunidades adequadas e nem o seu esforço mas sim abruptas.

Destarte que a quantidade vendida não significa mais lucro excepto numa razão temporal a curto prazo. Mas uma empresa para durar muitos anos precisa do maior lucro, já que o tempo das vacas magras não aparece no inicio.

Mas esta gente são professores universitários sem ter capacidades para isso? Mas esta gente quer tudo de graça?

Então a autoria de todo o mal não é a graduação elevada da doença do esquerdismo, nas pessoas que só acertam na realidade dos factos de metade para baixo?

Pois é, os chicos espertos querem comprar barato mas como direito ideológico, não estudam os porquês e não fazem o contraditório e nem respeitam as necessidades das empresas, só pensam nas necessidades próprias e que, para eles, são sempre urgentes (doença do esquerdismo).

Então só há uma forma de crime: A legitima defesa?

Sobre as declarações de Joaquim Fidalgo, o falso sabedor, em relação aos fluxos migratórios que, na sua visão, não retiram os empregos mas é apenas racismo, devido a serem pessoas refugiadas, ainda mais é notória a política ideológica e o interesse em ser racista.

Pela lógica do código da intuição e a verdade justa, quem inventa o racismo é o próprio racista, porque quem inventa o bem é o santo.

É evidente que nem os fluxos migratórios se devem a questões de refúgio mas a uma política de escravatura e de extermínio de outra raça, porque minguem ocupa o mesmo lugar ao mesmo tempo. Ou seja, para ir viver para outro lado ou cria condições, o que leva algum tempo, normalmente uma geração, ou então rouba.

Por outro lado para o comentador é tudo racismo, ou seja, apesar da evidência verificável que os fluxos migratórios são políticos e que criam invasão, desigualdades, instabilidade e crime, ele acha que não.

E também acha que não retira empregos, mas não explica como é que os migrantes não retiram os empregos. Pois não só retiram os empregos porque ninguém pode ser beneficiado em tempo útil numa revolução sem o prejuízo de outrem, e até como cancelam os empregos futuros dos vindouros dos residentes. É essa a intenção dos barões negros no governo, que um dia será julgado pelo extermínio do branco.

Se não existisse prejuízo para outrem o mesmo comentador explicaria porquê. Mas ficou-se pela ideia, daí a prova do dolo ou culpa punível. O dolo representa precisamente os três tipos de crime, ou seja, os factos que são puníveis como crime e não como negligência ou anomalia psíquica.

Pela verdade justa se sabe que tudo o que se afirma, e especialmente contra outrem, tem de se provar. Destarte não é mais do que a violação do artigo 13.º da Constituição.

A economia e o direito é para quem sabe e não para alegados doutores!..

A doença do esquerdismo:

Não é possível dialogar com pessoas com a doença do esquerdismo em grau elevado porque elas não têm respostas, só têm chavões e ideias, não sabem explicar como se desenvolve um acontecimento, o que é a culpa, o direito, a ilicitude, etc. Em suma é como falar para uma parede, quando responde é porque já está a cair.

Está patente nas pessoas mais jovens em face da inexperiência e nos adultos que pouco cresceram mentalmente e nas culturas mais atrasadas do ponto de vista tecnológico, que se associa ao atraso mental em virtude de a tecnologia demonstrar, através da investigação científica, a capacidade de entender.

Há uma incapacidade de avaliação, a pessoa não consegue relacionar várias sub-invariáveis ao mesmo tempo na sequência de um acontecimento relativo… Porque não tem estudos, nem preocupação natural ou inclinação para essa função.

Exemplo: Lei da oferta e da procura. Porque é que quando a procura aumenta o preço do produto sobe?

O esquerdista, como desconfia do próximo logo à partida em face da sua condição psiquiátrica virada para o crime, pensa logo negativamente. Ele julga que é aproveitar a necessidade das pessoas para o lucro. Mas na realidade a procura faz aumentar o preço porque a oferta está dependente da procura, assim aquela é obrigada a mais esforço de produção ou custos, daí que o preço deixa de ser um e passa a ser outro. Volta a baixar quando a procura também baixa, uma vez que na produção deixa de haver outros custos.

Aquilo a que se chama exploração é muitas vezes o custo da produção. No entanto o salário nunca é pouco para o explorador, é sempre muito porque a empresa quer sempre baixar o preço, e se não há equilíbrio, nem a empresa pode produzir e nem pagar salários.

Falta portanto o complemento ao salário, que é a parte do Estado. Ou seja, a empresa paga o salário possível e o Estado atribui a despesa pública os serviços necessários à pessoa, em saúde, segurança, ensino, etc. De outro modo aparece sempre uma sissomia, isso acontece quando tudo se torna dependente do Estado ou da Empresa.

NOTA: Este artigo ainda está em actualização.

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