Quinta-feira, Outubro 6Bem-vindo

“BEM”

Bem, ou verdade justa é apenas a conduta ou o motivo justificável, seja ela consciente ou inconsciente, ou seja quando o agente tem motivos que se enquadrem nas causas de exclusão da ilicitude e da culpa, nos termos do artigo 31.º do Código Penal (ver as definições de “mal”, “dolo” e de “ilicitude”).

Bem e Verdade-justa, é praticar e defender a lei, ser cuidadoso, não agir sem respeitar os outros, é o ensino verdadeiro e igual, é fundamentar e explicar, é a liberdade, a coragem, o direito e a justiça, é denunciar crimes ou perigosidades e resistir contra a tirania e a ditadura, é a vida, o amor, a responsabilidade, a felicidade e a alegria, ser atencioso, simpático e agradável.

Os bons podem ter ou não crença em Deus e na punição depois da morte. É a corrente ou intuição humana que acha que na natureza não pode vencer o mais forte ou astuto, uma vez que vai ser julgado por Deus porque Ele é o criador e porque a terra é uma passagem para o paraíso, onde só entram os justos (pensamento contraditório ao Mal mas igualmente com a doença do esquerdismo ou do egoísmo versus a comunidade considerada como um todo). Na realidade certa nem o Bem e nem o Mal são por si só ou penas uma delas o direito, a justiça, a igualdade, a liberdade e a paz. São apenas verdades ideológicas que aplicadas aos factos ou conduta de vida é que é obrigatório distinguir quais os factos de um acontecimento que são a verdade justa, ou seja a verdade justificável e por isso a obrigação de reconhecer o erro e de restituir a liberdade, a igualdade e a paz

Ora, por qualquer meio conseguir impor um conceito de bem é já de si um abuso, porque ao homem o que dele é.

Destarte o Bem é um direito divergente do Mal para os crentes que consideram o Mal como a Ditadura, e o Bem é também um direito mas considerado apenas pelos defensores da verdade (igualdade e liberdades adequadas e possíveis). Ora o Bem é de igual modo uma verdade ideológica.

Mas o Mal resulta no materialismo e egoísmo e torna a comunidade caduca e decrescente, e o Bem visa a igualdade de tratamento, a responsabilidade em ordem a uma comunidade igual e saudável.

A questão é como se faz a liberdade, a igualdade e a liberdade justas, será pela via do Mal ou esquerdismo, ou pela via do Bem ou direita?

A resposta é: Não podemos ir por nenhuma das verdades ideológicas mas tão só pela verdade justa que resulta de ambas, sendo o perdedor obrigado a reconhecer o erro perante o direito e não perante a sua verdade.

Destarte, para saber a quem deve ser atribuída a razão é preciso identificar entre estas duas verdades ideológicas qual é a verdade-justa.

E a verdade justa é a que a lei, igual para ambas as verdades ideológicas, considera como não-ilícita.

Portanto, independentemente de o acto ser bom ou mau, de esquerda ou de direita, devemos aceitar como apenas legal e não-reprovável a conduta que seja a verdade-justa, não como Estado de Direito mas como Estado Justo.

Partilhe a informação: POVO INFORMADO JAMAIS SERÁ ESCRAVIZADO.

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