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“VERDADE IDEOLÓGICA”

Verdade Ideológica, meia verdade ou realidade apenas vivida pelo agente ou que representa um interesse particular, ou seja, antes de ser confrontada com outras verdades e direitos de outras pessoas, o uso da analogia nas decisões com um pensamento privado ou colectivo e cultural. Pode significar a verdade particular de cada uma das partes em conflito porque cada um tem a sua ideia ou interpretação sobre direitos, ou então a intuição individual ou colectiva das pessoas que usam meias-verdades, meia-legalidade, normas-ideológicas ou analogia, obscuridade ou o uso de chavões em vez de fundamentos para o seu comportamento ou do seu grupo estereótipo (exemplos: racismo, direita, fascista, trabalhadores, liberdade, igualdade, etc.). Tal serve para atingir a boa-fé e os bons costumes, são intenções sob a capa de fé-pública em decisões judicias ou administrativas, também por motivo histórico, racial, idealista ou egoísta (os chamados chicos-espertos que querem enganar e apoderar-se dos bens dos outros por direito, ou que em vez de solicitarem ou ou de respeitarem o consentimento executam as coisas directamente, sem contraditório, nomeadamente o agnosticismo e o pluralismo em qualquer raça, portadores da doença do esquerdismo ou do egoísmo, consoante o seu grau – em direito penal é chamado o grau de culpa). Uns podem matar por encomenda sem escrúpulos, outros apenas fazem usura, consoante a sua capacidade de entendimento, educação ou constrangimento derivado do sentimento de culpa, dúvida sobre a crença religiosa ou receio de serem apanhados.

A verdade ideológica serve para entorpecer o direito, esconder intenções ou alterar o sentido das normas (organização sombra de membros hereditários na Função-pública ou no Estado por barões afro-esclavagistas (magia-negra), euro-esclavagistas e asio-esclavagistas, que se confundem de propósito com as religiões muçulmana, cristã e budista para se esconderem (as três principais raças humanas, cada raça sua religião), e usam chavões para burlar a intuição das massas (o povo enganado prejudica-se a si mesmo): Racismo, Liberdade, Igualdade, Direita, etc.

Esta organização, por ser agnóstica e essencialmente de origem asiática, indiana e africana, usa tanto o bem como o mal para seu interesse e organiza e paga atentados contra negros ou brancos ou amarelos e contra as igrejas, nomeadamente para fazer crer que o atentado é perpetrado pelos brancos e católicos ou pela Direita, porque querem ganhar votos para chegar ao poder.

São estas pessoas que falsificam tudo dentro de qualquer Estado ou região, podem até usar médicos para prender as suas vítimas como doentes mentais, através de relatórios falsos, processos-crime encomendados, auto-nomeações de cargos ou entre os seus membros para criar uma ditadura sob a capa-de-fé-pública atribuída pelo voto (fazem crer que o voto ou maioria é que manda, embora se saiba que a maioria é comprada aos votos dos partidos menores que a sustentam por transferência no acto eleitoral), etc, etc.

Dentro do tribunais portugueses fazem-se passar por magistrados e movem-se através dos sindicatos (associação sindical dos juízes e dos oficiais de justiça) para poderem estar em toda a parte como apoiantes dos “trabalhadores” (chavão que significa “os escravos”, para esconder as intenções e fazer o Povo perseguir os inocentes porque o Povo, ao ser enganado, persegue-se a si mesmo ao dar fé-pública ao que um membro do seu partido proclama na Comunicação Social).

Uma dos seus meios é criar centenas de entidades fictícias através dos seus membros, negando as associações livres e reais e usando estas como escravas, ou induzir impostos forjados massivos que lavam depois nas transferências desportivas ou outras para distribuir posteriormente.

Nos tribunais usam redes de advogados para distribuir a corrupção, de modo a poder escolher quem é o defensor de determinada pessoa que é falsamente feita arguida, para ser presa ou para lhe roubarem todos os bens que puderem.

Partilhe a informação: POVO INFORMADO JAMAIS SERÁ ESCRAVIZADO.

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