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“IGUALDADE”

Igualdade, é aquilo que só pode ser garantido através da lei (estado de direito) para que sejamos iguais e livres, nomeadamente para podermos obter o que necessitamos e ter acesso às mesmas condições básicas, desde que estejam disponíveis, mas sem violar o valor necessário ou marginal, a lei ou o contrato moral e material.

Violada a lei, o valor necessário ou o contrato moral e material começa a desigualdade, pelo que a desigualdade é precisamente o que retira a liberdade a outrem.

Em suma a igualdade é o que nos garante a liberdade, pelo que quem é rico sem fundamento ou violando o valor necessário ou marginal está a retirar a liberdade dos outros.

Igualdade, tudo aquilo que é obtido por direito como forma de garantir a mesma dignidade social e o mesmo tratamento, nomeadamente o que nos protege contra qualquer opressão, imposição, desfasamentos de poder ou contra a violação dos direitos e deveres, nomeadamente o rendimento máximo (que obriga ao poder igual e à manutenção do respeito pelos outros), a justiça feita por associações locais, a ausência de estabelecimentos prisionais, e o pagamento ao advogado, aceitação e exame ao seu trabalho através da assinatura do arguido, como meio de assegurar a sua defesa e não o contrário se for o Estado a pagar directamente, o que na realidade configura corrupção institucionalizada.

A CONTRADIÇÃO COMUNISTA

Só há liberdade através do estado de direito, ou seja da aplicação da lei. Pelo que a anarquia ou estado natural proposto pelo Comunismo é uma contradição, ou seja os mesmos que apregoam a liberdade nunca falam de como ela se obtém e por isso se prova que a sua intenção está escondida ou é proveniente de incapacidade mental.

É provado que a existência de classes não implica a culpa de nenhum regime político ou ideologia, excepto se a desigualdade entre as classes exista paralelamente ou seja propositadamente económica, e através da retirada de direitos.

Porque as classes são naturalmente criadas através da capacidade e das oportunidades e não por motivos económicos, e por isso não interessa que haja ricos mas sim que não haja pobres, nem a negação de direitos e nem as perseguições.

Pelo que há-se ser obrigatório definir bem o que é a pobreza e negá-la através da lei, uma vez que uma coisa é o salário derivado de emprego e outra bem diferente é o rendimento básico quando não haja emprego e a obrigação de aceitar trabalho por solicitação adequada.

Partilhe a informação: POVO INFORMADO JAMAIS SERÁ ESCRAVIZADO.

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