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Culpa

Culpa, é a responsabilidade moral de uma conduta, com efeito na formação da pessoa ou na indução de um erro através de meios psicológicos.

A diferença entre culpa e dolo é que a culpa é a responsabilidade ou consciência na prática do facto e o dolo serve para saber se a culpa ou responsabilidade, depois de apurada, é punível ou não ou se há apenas negligência ou anomalia psíquica.

Não há culpa se o agente desconhece algo ou se for doente mental. Normalmente toda a gente sabe quando tem culpa, basta querer esconder a acção ou a acção ser reconhecidamente realizada com autoria e ilicititude, ou, pela má formação, haver omissão de verificar quem é o autor da acção anterior e se a conduta é ou não ilícita e omitir-se de verificar se a acção determinada por aquela ou acção seguinte é um ilicito ou não, para saber quem agiu a primeira vez ilicitamente (autoria) e se foi por dolo, negligência ou anomalia psíquica, ou por qualquer erro.

também conhecida como autorias morais, é o carácter de responsabilidade da pessoa humana (formação ou integridade moral e psíquica), que é transmissível entre a culpa-primária e a culpa-secundária, e que formam assim a conduta de uma comunidade, família ou partido político, nomeadamente as elites da formação e, especialmente a integridade moral (capacidade de cuidado, o não se deixar influenciar ou manipular por ideias, facilitismos e desigualdades ou riquismos tais como a corrupção, o abuso de poder e a pretenção de direitos que não lhe pertencem ou que colocam em causa a vida e os direitos de outrém). Assumir uma culpa, colectiva ou individual, revela a integridade moral da pessoa humana ou da comunidade. A sociedade representa uma política ou a contrário é perseguida.

A moral é a culpa boa ou má. A moral ou culpa define o grau de responsabilidade, utilidade e de prazer com que lidamos com os outros e as coisas que conhecemos (autor: Miguel Meireles).

A culpa transmite-se às formas de crime, autoria, cúmplicidade e comparticipação) mas nenhuma destas é transmissível, porque é uma associação com aquela, essencialmente é a fase de protótipo do crime e a sua realização. Significa que, descoberta a culpa, a sociedade termina com esse tipo de crime e não terá criminalidade se uma norma colocar a descoberto, através do regulamento interpretativo, como se dá o facto de um certo tipo de crime e quem podem ser os únicos agentes em sociedade e em política; é como induzir no saber de todos os cidadãos a caracterização antecipada do mapa psiquiátrico do comportamento através da conduta da imagem (declarações, mais o rosto e mais os gestos e mais os resultados actuais visíveis, apesar de a propaganda insinuar o contrário porque a intenção de praticar um crime nunca existe porque se trata de um subjectividade relativa à formação ou culpa, e como ninguém nasce ensinado nunca se pode atribuir ou provar uma intenção). A acepção da intenção depende da formação da pessoa humana, daí que o dolo de intenção é uma falsidade astuciosa já que nunca pode incluir a intenção uma vez que ela é sempre uma verdade ideológica do ser humano, e as verdades ideológicas são sempre um direito para quem as deseja ou defende.

Ao contrário da autoria a culpa é transmissível, ou seja, a culpa é o único factor determinante (o artigo 26º do Código Penal é falso), e por isso é que forma a cultura moral de uma comunidade social ou política, porque transmite o resultado da forma como nos educamos, pensamos, entendemos, inventamos ou criamos algo para ser realizado através da autoria, nossa ou de terceiros. Ou seja, a culpa ou formação humana é que determina sempre a autoria de algo, e a autoria ou execução ou começo de execução pode ser própria ou externa. É própria a autoria se o facto for realizado por quem teve também a culpa e externa se outra pessoa teve a culpa e a autoria é de outrém, ou então, se a determinação da execução é feita a outrém. E considerando-se a culpa e a autoria como a ilicitude completa uma vez que a Ordem Jurídica se considera na sua totalidade (nº 1 do artigo 31º do Código Penal).

A autoria ou invenção é a fase seguinte, não transmissível, determinada ela culpa, nos termos do Código da Vida, ou seja,

A culpa pode ser provada através do carácter do agente (conduta ou educação e integridade) ou da sua capacidade travar o facilitismo ou de não cair numa tentação ou ideia de outrém, ou da sua capacidade psicológica (doença mental).

Aquilo que passamos a conhecer, se o realizarmos nós própios ou por terceiros com encomenda ou por terceiros livremente, mesmo que por indução ou erro, é a autoria (essencialmente a execução), que pode ser acumulada com a culpa se o agente for o mesmo. Apenas os actos ilícitos (malícia) e com dolo (astúcia), ou seja, a culpa e a autoria ilícitas são puníveis, incuindo na culpa a formação da pessoa ou caracter e na autoria, na cumplicidade e na comparticipação, os motivos da pretenção de executar.

A culpa é formada pelo carácter, e, o respectivo resultado disso e do que apoiamos, ou seja, os motivos ou necessidades, é a autoria. A culpa primária ou formação está sempre antes e isoladamente das culpas seguintes, considerando-se que a culpa secundária pode estat isolada se os agentes forem divergentes, mas a autoria, a cumplicidade e a comparticipação têm sempre a culpa porque só pode executar um crime quem tem a mesma formação dos culpados (primários e secundários), uma vez que a sociedade é indivisível, excepto a intuição individual e colectiva.

Naturalmente que se a Catequese dos princípios morais for geral então não há culpas, e as verdades ideológicas passam a ser apenas ideias para os próprios, porque se alguém conhece o que é uma verdade ideológica, saberá que ela é apenas sua e assim fica a reconhecer que tem de esperar pelo contraditório ou de comunicar primeiro o seu desejo e o problema antes de perseguir, injúriar ou ameaçar ou v erificar da legalidade superiormente antes de cumprir uma ordem. Naturalmente que, uma coisa são ideias e necessidades comuns e outra as coisas tão pessoais, ou seja, sem conhecer pela educação, que o outro não é obrigado a adivinhar os pensamentos e necessidades específicas ou pessoais ou pontuais dos outros, e nem a ver a mesma realidade, isso significa que antes de agir ele influênciado pela norma que induz o medo de errar, e formatado assim para ter a coragem de ter cuidado ou de perguntar e dialogar primeiro.

Em sociedade ou em política todos nos obrigamos a conhecer os deveres e não apenas a agir por ideias pessoais e interesses ou no momento do acto, excepto se querermos voltar à sociedade selvagem ou preta. É que apenas onde ela é preta é conflituosa, não devido à pobreza como falso motivo mas ao inverso, porque nem a pobreza faz o carácter e nem a riqueza é um direito, porque a verdade tem de ser apenas justa, e, ser justo, não é ser pobre nem rico mas sim ser igual em tudo (quando se é igual em tudo ninguém precisa de reclamar).

OUTRAS ACEPÇÕES POLÍTICAS DA CULPA

Culpa ilícita com anomalia psíquica: A culpa é ilícita, e prova-se através da análise do conjunto psicológico/físico do agente, mas o agente é incapaz de avaliar a responsabilidade e daí a sujeição a uma medida de segurança.

Destarte, a Obediência Indevida Desculpante é parte do crime através de autoria se houver execução ou de cúmplicidade se houver auxílio por acção ou omissão: Na realidade do Direito, age com culpa ilícita o autor da lei que não sabe que a norma pode conter perigo, e bem assim o legislador (porque se obriga ao cuidado e à prova científica antes de a emitir, uma vez que uma norma é a condução do Direito ou da Necessidade), e o funcionário e o militar ou que não sabe que a ordem a si transmitida conduz à prática de um crime, porque ele se obriga a verificar isso mesmo, ou seja, obriga-se ao máximo de cuidado e a zelar pelo bem de quem depende a sua acção, e não sendo apenas a hierarquia a certificação ou cumprimento do dever directamente uma acção lícita. Por exemplo um militar não vai para a guerra sem saber se ela é legítima e não mata pessoa efectivamente civil, e que não conhece, ou que não seja um agente político ou então outro militar contrário em igualdade de circunstâncias de confrontação.

Culpa ilícita, é a forma de criar, promover ou desenvolver a autoria de uma ilicitude, ou por exemplo uma guerra, considerando-se como autor tão só quem executa ou mandou executar o facto a outrém, pelos mesmos ou outros motivos (exemplo: uma guerra tem como culpa vários agentes antecedentes, mas só há um só autor individual ou colectivo, e o autor é sempre o invasor, contudo, ambos, culpados e autor ou excecutor, são agentes ilícitos, e ao autor não cabe maior responsabilidade ma sim a todos por igual, e daí que nenhum consegue acartar a culpa em rface da paranoia desenvolvida.

A culpa tem de ser ilicita para que haja procedimento criminal, ou seja, ela tem de estar na causa ou ter promovido ou apoiado a ilicitude, sua ou de outros agentes, grupos, regiões e países.

A culpa está intimamente ligada ao dolo, nomeadamente quando o facto é uma consequência necessária da conduta do agente (autor e com culpa, ou seja, a forma de agir tem culpa, nomeadamente o motivo que determina o agente).

O dolo contém as 3 formas de culpa puníveis do autor, do cúmplice e do comparticipante: Intenção, consequência necessária da conduta, conformação. Contudo, “a intenção” nunca existe como culpa porque seria necessário um poder de conhecimento absoluto, no momento da prática do facto, para criar ou realizar algo com intenção (com segurança intencional), e seria pois uma contradição com a definição real de “culpa”, uma vez que a sociedade é indivisível, excepto a intuição individual e colectiva e porque a causa é sempre a mais anterior. Por isso as únicas formas de culpa perigosas e puníveis são: As políticas, as normas e os procedimentos errados ou sem fundamento de direito e nomeadamente a primeira ilegalidade determinante ou inobservância de uma regra, a acusação e a sentença sem ordem constitucional, as leis sem regulamento interpretativo para que o conhecimento ou interpretação seja igual, o comportamento imediato sem avaliação, e em concreto e tão só a negligência, a consequência necessária da conduta e a conformação. Sempre que alguém é condenado por dolo de intenção é uma fraude política e o crime mais violento que existe (falsidade de interpretação por abuso de poder).

Quando se trate de motivos e assuntos normais ou políticos ou estruturais a pessoa ou entidade que pensa melhor nas coisas e que tem mais cuidado ou se fundamenta no direito e na ciência, ela não cria problemas aos outros e nem a si mesma. Se os actos são realizados sem estudo ou fundamento e são apenas ideias, isso quer dizer que vai criar factos falsos ou irreais, o que leva ao conflito.

Boa ou lícita e má ou ilícita, a culpa é pois a atribuição da responsabilidade pela forma como conduzimos e desenvolvemos os actos lícitos ou ilícitos, consoante o estatuto social ocupado, nomeadamente a condição política ou civil e, por outro lado ou indiretamente, o grau de capacidade de avaliação ou de determinação respeitante aos motivos ou fundamentos ou o grau de consciência e responsabilidade do indivíduo para que se possa determinar com os seus actos na condição social que ocupa, isto em relação aos direitos dos outros, em relação aos deveres ou estatutos inerentes à sua função e em relação ao poder prever o resultado se tiver cuidado para o estudo e verificação antecipada, em vez de aplicar na prática ideias e leis à priori.

A culpa punível ou dolo é a culpa mais grave e prova-se através da ilicitude, ou seja, quando se pratica um facto que viola a lei ilicitamente aí está a autoria, a cumplicidade e a comparticipação. Na realidade é inexequível que alguém pratique um direito através da ilicitude já que o direito está definido na lei, ou seja só é exequível o direito através da licitude, porque o contrário não existe (tudo o que não é relativo não existe).

A culpa de uma guerra pode ser repartida entre o autor e o agente externo que irresponsavelmente o apoia sem que se questione sobre o possível resultado de uma política, estudando a relatividade do acontecimento desde a causa até aos três principais possíveis resultados. Por exemplo, apoiar financeiramente um país para se desenvolver antes do programa implementado é causar uma grande guerra, porque esses apoios vão ser desviados por falsidade, logicamente. Porque todo o projecto se financia depois de iniciado à custa do interessado, por tranches e depois de verificar a sua implementação, e não por apoios abstractos que esse país vai gerir livremente.

Na guerra da Ucrânia a responsabilidade são os autores e os culpados:

Autores o Comunismo e Socialismo ou China, EUA, Angola, Moçambique e Guiné, etc…) e os culpados (China, Angola, Moçambique, Guiné, União Europeia, Estados Unidos, etc.). Logicamente que a a UE ao sentir-se traída reconhece isso mas não reconhece a culpa. Só agora a UE reconheceu a traição aos seus apoios a países administrados por socialistas e colocados no poder político pelos comunistas que foram financiados pela UE através das Câmaras Municipais. Foi assim que os comunistas financiaram os atentados terroristas em todo o mundo para dar o poder aos Socialistas e democratas falsos, ou seja, através dos apoios da UE. Até o desporto serve para lavar a extorsão ao Povo através das empresas de telecomunicações. Em suma os apoios irresponsáveis da UE servem para autodestruir a UE e lançar a globalização negra e a globalização comunista, o que se traduz depois numa salganhada de autores e culpados que atribuem a culpa a outrem, quando a sociedade é indivisível e só tudo o que não é relativo é que não existe.

Normalmente o esquerdista quer aplicar ideias e chavões sem experimentação e sem estudo porque a sua intenção é esconder o que fez ou ser o autor do facto ilícito, em face da sua natureza ainda selvagem, ou por nunca ter tido dificuldades na vida ou porque a sua cultura e desenvolvimento tecnológico nunca o permitiram. Nunca o facto ilicito pode ter como fundamento de direito o atraso social e económico ou os acontecimentos históricos porque só há direito à licitude e já que esta inclui o autor directo na prática e no tempo e não os seus descendentes apenas no tempo e só por o serem.

O grau de culpa deriva quer do estatuto político, no sentido de que é sempre o mais responsável, e no sentido da capacidade de avaliação do indivíduo, que por sua vez está associada ao grau de educação e de vigilância da comunidade, quanto menos educada ou esquedista for a sociedade maior grau de culpa tem o Estado ou Comunidade, uma vez que se persegue a si mesma através de quem tem mais poder e não de quem igualmente o mesmo estatuto educacional.

A contradição das esquerdas é que exigem a igualdade mas retiram-na astuciosamente através da falsa liberdade, nomeadamente da aboluição da educação, do exame, dos fundamentos e da censura, porque a sua ideologia é usar os poderes e as ideias e interesses pessoais como ordem humana.

O funcionário obriga-se a conhecer se uma ordem indevida conduz à prática de um crime quer através da reclamação ou ao ter de agir com cuidado e vertificação, e ninguém pode agir sem sentido, nomeadamente sem contraditório ou sem verificação do assunto ou de uma ordem, ou de como aconteceram, se lógicamente merecerem esse cuidado ou se for solicitado.

Destarte sem a prova científica em contraditório nada é real mas uma verdade ideológica de cada agente.Por isso é que quem age ou divulga sem prova ou fundamento na realidade é irresponsável e pode ser com intenção devido a motivos pessoais (ex: mercenarismo, corrupção, propriedade, poder, etc.). Em política a culpa é habitual mas não deixa de ser um crime apenas por ser uma política e nem o seu agente deixa de ser criminoso só por ser um político e nem de ter culpa do que implementou sem ter a prova do resultado e uma aprovação absoluta.

Qualquer intenção pode ser inconsciente porque pode ser realizada por erro ou fraude ou falsidade e por isso é que todos nos obrigamos ao cuidado antes de propalar factos ou de os realizar.

Porque a sociedade é indivisível a culpa pode ser uma culpa má ou boa. É má se for ilicita e faltando apenas nomear o autor através das causas de exclusão da ilicitude e é boa quando o acto é licito com ou sem autoria.

Ao contrário do que muita gente pensa a responsabilidade pelos actos não é a culpa mas sim a autoria porque o utor é que é sempre o responsável por qualquer acto, pode é o autor ter culpa ou não, ou seja, se o acto for realizado conscientemente numa das formas de dolo ele é culpado e se não for ou há negligência ou o agente é autor mas inimputável.

Existem os seguintes tipos ou graus de culpa na lei penal portuguesa: 1. A culpa dolosa e mais grave (consciente ou propositada), 2. A culpa por negligência (menos grave por não existir intenção mas meia-culpa), 3. A culpa por inimputabilidade em razão da idade e em razão de anomalia psíquica (punida com medidas de segurança).

SABER MAIS:

Significa ter a capacidade de reconhecer a responsabilidade ou de ter a consciência do ato que se está a praticar, sabendo qual será o resultado para si mesmo ou para terceiros.

Em termos penais a culpa é representada pelo dolo, pela negligência e pela anonalia psíquica. No dolo está acente em três presupostos: Intenção, consequência necessária da conduta e conformação. Na negligência a culpa está acente na falta de cuidado bastante para que o resultado não aconteça. Na anomalia psíquica a culpa é sub-inconsciente, ou seja, o agente não consegue reconhecer ou ter a capacidade de se determinar como uma pessoa normal e perfeitamente ciente dos actos que pratica.

Para descobrir aqueles três tipos de culpa a Ordem Jurídica utiliza conjuntamente os pressupostos da punição (artigos 10º a 20ª do Código Penal), as formas de crime (artigos 21º a 30º) e as causas de exclusão da ilicitude e da culpa (artigos 31º a 39º).

Atenção, se estivermos atentos e conseguirmos atingir a 1ª fase da verdade relativa, o que acontece na realidade é que o criminoso doloso é sempre a pessoa inconsciente ou irresponsável. Ou seja, a culpa de um crime é sempre inconsciente porque ao contrário não particar um crime ilicitamente é ter consciência ou ser uma pessoa responsável e cuidada com os outros, embora a doença do esquerdismo tenha uma graduação do menor para o maior.

Destarte a culpa consciente não existe porque apenas não existe o que não é relativo (teoria de tudo ou invariabilidade inversa e relativa).

Culpa criminal ou culpa inconsciente, é a autoria, a cumplicidade ou a comparticipação num facto que represente um tipo de crime, e desde que ao mesmo tempo o agente tenha a intenção de praticar o crime ou de o ver realizado, ou o facto seja uma consequência necessária da conduta do agente, ou aconteceu por conformação, ou por negligência ou então devido a uma anomalia psíquica, diminuída ou grave, e comprovando-se pois que, ao não existirem causas de exclusão da ilicitude e da culpa, é porque ali está a culpa.

Culpa consciente, não existe porque toda a culpa na realização de um crime por autoria, cumplicidade ou comparticipação, é sempre derivada de anomalia psíquica mais ou menos grave, em razão de que toda a pessoa humana tem a noção de que não pode fazer a outrem o que não quer que lhe façam e quem assim não age por natureza é irresponsável. O irresponsável não é ignorante porque este, apesar da ignorância, obriga-se a pensar, e assim toda a pessoa consegue reconhecer ou ter a consciência de qual é o resultado das suas ações. Ora, se a contrário não as reconhece a não ser o que faz para seu prazer ou bem, é porque está num estado doentio ou selvagem.

Culpa inconsciente, é todo facto ilícito cometido por vício ou educação ou anomalia psíquica, porque todo o facto ilícito é inconsciente ou irresponsável, e por isso é sempre cometido por anomalia psíquica, ou diminuída (no caso de vício) ou grave no caso de doença mental. O inconsciente é sujeito a prisão se não existir anomalia psíquica grave e, havendo, terá lugar a medida de segurança adequada.

Nota: Selvagem não é ser pobre ou viver na selva mas tão só não praticar senão o direito natural com respeito pela condição, bens e necessidades dos outros. Repare que os animais são como as crianças ou como os inocentes, apenas são mortos ou perseguidos porque não têm capacidade de defesa (não é porque a natureza os criou a ambos com essa intenção, ou seja, a natureza não criou o forte e o fraco e nem o carnívoro e nem o herbívoro com intenção de que o forte persiga o fraco e o carnívoro o herbívoro). Em verdade o fraco e o herbívoro são o direito pois sempre veio primeiro, já que a natureza se faz do menor para o maior e não há maior sem menor. Destarte o forte não se obriga a cuidar do fraco mas sim a tratá-lo com a mesma igualdade com que trata os outros fortes porque lhes tem respeito.

Voluntariamente, não é a mesma coisa que culpa, mas pode ser cumplicidade. Ser voluntário significa que o agente se associou ou participou numa acção para defesa de um certo interesse ou para realização de um facto destinado aos seus interesses.

Em suma, ser culpado é também agir por negligência ou por inimputabilidade com uma forma de crime, ou seja, o autor ou determinante e o autor/executor (por si mesmo), o cúmplice e o comparticipante, com dolo e sem causas de exclusão da ilicitude e da culpa. A culpa é punível quando o acto tem os seguintes elementos: 1. Consciente (sem nenhuma influência externa ou nada que determine o agente por engano, erro, perturbação ou anomalia psíquica, em suma a reacção de outrem é uma consequência da sua própria conduta); 2. Contém uma das formas de crime: Autoria, cumplicidade ou comparticipação. Em suma “ter a culpa” significa que se é responsável pelo facto que determina a reacção de outrem com outro acto. Por isso é que um crime é a primeira acção culposa, ou seja, é o primeiro acto do acontecimento onde há ilicitude e consciencia do facto.

Culpa é ter a consciência do acto e determinar um outro facto ou resultado, ou que imputa um facto para simular que o acto não foi produzido por ele ou que foi produzido por outrem, e ainda a acção que se destina a participar no facto determinado por outrem mas agindo voluntariamente e conscientemente.

Mas a culpa também é de quem determina e/ou executa um facto de forma a imputá-lo a outrem, o que sempre é detectado na definição da autoria (muito habitual pelas organizações terroristas e escondidas sob a capa de fé-pública em certas entidades e associações capturadas, ou por pessoas sem educação e sem instrução técnica adequadas e por isso ainda selvagens). Neste caso é usual como meio de criar actos de acusação racista e incitamento para condenar falsamente uma determinada raça ou comunidade e cuja intenção é a conquista de território e roubo das actividades através da desordem (simulação de rixa colectiva).

Ora, se o facto for ilícito, a culpa tem de ser identificada através de uma das formas de crime (as chamadas categorias da culpa: autoria, cumplicidade ou comparticipação), e, sendo assim, a culpa é punível pela forma de dolo que couber ao agente determinante e/ou ao executor (formas de dolo ou culpa punível: A intenção, o facto ser uma consequência necessária da conduta, ou devido a conformação).

Categorias de culpa

As categorias da culpa são: Autoria, cumplicidade e comparticipação.

Acto punível

Acto punível, são os actos cujas categorias de culpa estiverem relacionadas com uma conduta ilícita (sem causas de exclusão da ilicitude o agente é punido se existir dolo (as três formas de conduta ilícita punível), ou se existir negligência ou anomalia psíquica.

Pelo que se as categorias da culpa estiverem relacionadas com a prática de um facto ilícito, o agente é punido se existir dolo (as três formas de conduta puníveis), negligência ou anomalia psíquica.

Ausência de culpa e de acusação

Destarte quem reage a um facto natural ou praticado por terceiros nunca tem culpa e por isso nunca pode sequer ser acusado, excepto se não agir dentro do que lhe é permito em face das circunstancias, dos meios disponíveis e do que é capaz.

Só quando não há causas de exclusão da ilicitude e da culpa o agente pode ser acusado e punido devido a dolo (intenção, ou como consequência necessária da conduta, ou por conformação), mas também é punível a negligência com uma pena ou a anomalia psíquica com uma medida de segurança.

A culpa pode ser consciente, ou numa das formas de dolo ao conhecer o facto de forma clara, ou inconsciente (por negligência ou por anomalia psíquica).

Significa genericamente ser o responsável por algo, ou seja, quem pratica o primeiro facto de um novo acontecimento. No sentido penal é a quem cabe as formas de crime (autoria, cumplicidade ou comparticipação, ou seja, quem determina, prepara, realiza, auxilia, participa e quem permite ou mantém um certo resultado ou um crime) de uma conduta ilícita, ou seja, sem causas de exclusão da ilicitude (artigo 31.º do Código Penal), sem causas de exclusão da culpa (estado de necessidade desculpante e o desconhecimento, artigos 35.º e 37.º), através de dolo (ou de intenção, ou como consequência necessária da conduta ou por conformação), e ainda por negligência ou por anomalia psíquica.

Interpretação assertiva

A culpa de um crime é sempre inconsciente porque tudo o que não é relativo não existe, mas para o direito penal, em face de existirem diversas culturas ou aprendizagens e interesses diversos que podem influenciar o comportamento quando se misturam, é necessário distinguir os tipos de culpa: 1. A culpa que merece castigo, ou seja a culpa consciente ou punibilidade; 2. A culpa que merece uma medida de segurança (a culpa inconsciente devido a uma anomalia psíquica, também conhecida como esquerdismo e como facto típico); 3. A ausência de culpa (o bem ou direito e a culpa empreendedora, ou seja quem toma a iniciativa de empreender a educação, o desenvolvimento, a igualdade e a liberdade através de estudos e criação de entidades).

Culpa consciente, quem viola a lei ou o direito de outrem, sabendo ou reconhecendo à partida o que está a fazer e qual o resultado esperado, seja para obter um proveito de forma ilícita e com prejuízo material, ou então para provocar um prejuízo moral para uma pessoa ou entidade, muitas vezes com imputação falsa e com intuito de que haja uma reacção violenta contra terceira pessoa inocente. É saber ou reconhecer à partida o que se está a fazer e qual o resultado esperado.

Culpa inconsciente, é quem viola a lei, o dever ou o estatuto de uma entidade, simplesmente por motivo ideológico/cultural ou por um interesse corporativo e como mera verdade ideológica (doença mental, esquerdismo ou egoísmo, que se acha a si mesmo como a lei e a verdade, sem olhar à razão ou justiça através do contraditório e da lei do Estado), o que se traduz no roubo de empresas e associações por atentados terroristas, colocando-as num grupo político, ou na negação de direitos em sociedade ou em família, mesmo sem nada querer obter em troca, ou seja, simplesmente o agente actua cegamente para interesses próprios através de uma conduta ideológica ou egoísta, ou age sem comunicar o acto aos agentes que possam ser envolvidos, mas com nisso prejudicando ou perseguindo outrem como consequência necessária da conduta (sem causas de exclusão da ilicitude e resultando necessariamente num acto ilícito massivo e sequencial, uma vez que ao querer instalar uma determinada cultura, num mundo onde há várias culturas e quando cada pessoa tem o seu interesse, tal só se consegue através de um abuso ou falta de cuidado e assim desenvolvem crimes massivos e/ou sequenciais ao produzir discriminação racial e cultural ou afectar os direitos de uma pessoa amiga ou de um membro da família).

Ausência de culpa, quem sempre age através das causas de exclusão da ilicitude e da culpa e assim só pode ser autor, cúmplice ou comparticipante na aplicação da lei ou na obtenção de um direito, colaborando assim na construção de uma sociedade igualitária, conscientemente, ou seja, com cuidado quando se relaciona com os outros e nos contratos.

Notas:

À excepção das pessoas facilitistas, egoístas ou sem educação ou sem cuidado com as necessidades e direitos dos outros (pessoas que acham que os outros existem para os seus horários e/ou intenções), ou das pessoas dedicadas à política e a ideologias de entidades colectivas agnósticas, nomeadamente as dinastias esquerdistas e o poder eleito pelo voto (meio de obter o consentimento do povo para a prática do crime a partir do Estado nos regimes democratas ou nazis), a culpa é sempre consciente.

Contudo em estado natural a culpa em sociedade é sempre inconsciente, porque porque todo o crime é praticado em circunstancias que deturpam a capacidade de avaliação do sujeito, seja por motivo de necessidade, ou por erro, ou seja por motivo ideológico, ou movido por algum poder instalado, leis de burla criados pelas máfias da função-pública e pelos governos, ou por mera influencia colectiva em face da anarquia e devido à ausência de leis imediatas como a Censura. Mas essa inconsciência tem uma graduação na escala da doença do esquerdismo, e quanto mais à direita menor é o risco porque há maior instrução e quanto mais à esquerda maior é o risco ou o grau de culpa uma vez que menor é a educação ou existe seita educativa (a chamada lavagem ao cérebro ou então determinado por crianças raptadas e colocadas nas seitas escondidas sob a capa de fé-pública de um nome ou instituição capturada).

Ter culpa consciente é saber ou reconhecer à partida o que se está a fazer e qual o resultado esperado.

Ter culpa inconsciente ou inimputabilidade é não saber ter responsabilidade em face de anomalia no desenvolvimento cognitivo, ou então não ter conseguido avaliar a situação adequadamente.

Para haver culpa ou punição naqueles três casos (o dolo), o agente tem de actuar numa das formas de criar, participar e de fazer executar um crime (autoria, cumplicidade e comparticipação) e ainda: 1. Conscientemente ou por sua vontade (é preciso reconhecer o facto e/ou ter a vontade de o criar, executar ou de nele participar), 2. Voluntariamente (não ter sido determinado, forçado ou enganado por ninguém mas sim a partir de si mesmo, da sua educação ou motivos partidários, ou como primeiro facto ilícito do acontecimento, ou por qualquer meio conseguiu ele mesmo dar causa ou forçar o resultado; 3.

Quando fazemos uma brincadeira temos a consciência de que não irá fazer mal, assim como ao praticar um crime temos a consciência de que é um acto ilícito. Contudo uma acção ou omissão ou uma brincadeira podem correr mal mas sem querer inicialmente tal intenção, daí que nós imediatamente pedimos desculpa.

Já na prática de um crime intencional, e ao mesmo tempo como consequência necessária da própria conduta, nunca se pede desculpa, a não ser por falsidade astuciosa uma vez que ele é realizado conscientemente.

Por outro lado, ao reagir contra um primeiro crime nunca há culpa porque a reacção contra algo ilícito é sempre algo inesperado, e por isso a reacção é sempre com perturbação e por isso sem culpa porque não pode existir consciência total do acto (a pessoa reage como se sente e pode, consoante a gravidade do acto).

Portanto, em suma a culpa não é desconhecer, não ter a intenção de, mas sim ter a consciência do facto ou do resultado.

A culpa ou consciência do acto não acontece quando se reage ao primeiro facto ilícito, porque a reacção nestas circunstâncias indica surpresa, ou seja a pessoa é vitima de uma ilegalidade ou de um acto insólito e/ou sem consentimento.

Também não acontece quando quando haja desconhecimento de se estar a representar um crime ou quando a intenção é afastar um perigo não removível de outro modo.

Destarte a culpa só acontece quando há vontade, ou seja uma certa dedicação ou esforço para atingir um resultado ilícito (não há pois negligência natural, nem anomalia psíquica e nem a doença do esquerdismo).

Acontece também por negligência grosseira devido à falta de cuidado como culpa (sem vontade ou dedicação para o crime mas com falta de cuidado que determina o resultado).

A culpa serve a ilicitude, por isso se diz que a culpa é a responsabilidade pelo facto praticado, por um prejuízo ou resultado.

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