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Esquerda

Esquerda, grupo político das pessoas que não entendem o que é o Direito, movem-se por verdades ideológicas e normas ideologicas, em suma interesses pessoais e de grupo ou da sua família, com vista ao seu favor e não perante a necessidade dos outros.

Os esquerdistas são mentalidades doentias do ponto de vista psicológico, por exemplo apregoam a liberdade e a igualdade, mas ser igual é ser livre e ser livre é ser desigual. Porque a igualdade é o que atribui precisamente a liberdade (todos iguais não há poderes contra ninguém e por isso todos são livres) e a liberdade é o que faz a desigualdade (quando se né livre ou selvagem não pode existir igualdade mas sim a criação da pobreza e da riqueza).

Na realidade certa quem não está sujeito à ditadura da verdade está na ditadura da falsidade ou contra-direito, porque só há duas ditaduras.

Esquerda ou grupos de pessoas que agem por ideologia ou interesses restritos, ou contra desconhecidos ou fora do seu circuito político ou fora da família, ou dentro da familia mas por egoísmo, sem respeitar as necessidades dos outros, outros grupos, raças e a sua cultura e as leis, negando assim a igualdade, a liberdade e a fraternidade. Os esquerdistas são normalmente portadores da Doença do Esquerdismo (confusão mental e desorganização do raciocínio, sexualidade invertida e não corrigida ou por negação à criação e natureza, falta educacional ou má instrução, falta de cuidado na interpretação das normas e das palavras, ou seja, facilitismo em face da negação ao esforço em perceber os outros e o resultado de uma acção ou de uma ideia ou eventual razão). Normalmente oriundos de zonas geográficas não evoluídas ou de países mentalmente atrasados e desorganizados, eles nunca mostram os fundamentos de direito, e criam chavões e simulam razões e factos por verdades ideológicas e normas ideológicas como meio de esconder as suas intenções ou os resultados e os erros.

Politicamente os esquerdistas nem sequer sabem o que é uma maioria absoluta e como só ela representa um Povo (querm tudo aprovado por maioria simples e rapidamente, para que não sejam detectadas as intenções ou porque acham que uma ideia é ao memso tempo o espaço e o tempo (sem experiência), e criam estados paralelos na função-pública através de sub-partidos para ter sempre o poder parlamentar ou o poder na sombra, na Justiça e nas polícias através da mobilidade sindical, e encomendam processos escondidos (trocados entre o grupo e por impostura para eliminar pessoas, empresários e associativos), e nunca aceitam criticas, perseguindo e matando imediatamente uma testemunha ou só por maldizer e especialmente quem se queixa ou denuncia.

Fazem-se passar por qualquer país, pessoa ou instituição ou bandeira, porque tomam as entidades e criam outras para a sua rede ou desvio de fundos com que se financiam, e imputam em primeira iniciativa a culpa a terceiros os crimes, o terrorismo e a escravatura, pois sabem que a verdade ideológica primeiramente conhecida é a que pode ter mais força, uma vez que “matando” primeiro se ganha muitas vezes.

Actuam por ordens superiores, mercenarismo e corrupção, e por isso nunca verificam se a ordem é legítima ou legal, rejeitando sempre a lei quando esta nega as suas acções e aprovando a lei apenas quando é a seu favor.

Inventam políticas de extermínio através do conceito do manifesto e do ´”caminho para” e actuam por actos simulados (simulação de direitos, simulação de partido para espionagem, simulação de doença, simulação de rixa, simulação de suicídio, simulação de acidente, simulação de sinal, simulação de avaria, simulação de assinatura, simulação de negligência, simulação de impostos ou impostos forjados através de textos longos e confusos para o cidadão perder a racionalidade e a defesa, finanças paralelas, normas ideológicas e direitos obrigatórios para criar escravatura, e acusações e sentenças falsas através do afastamento das declarações e provas da outra parte e da falsidade de interpretação das palavras, dos factos e das leis).

O esquerdista é um extorsionista, só cria negócios de escravatura, por exemplo as clinicas e os seguros de saúde, pois tudo o que não é do seu circuito serve para ganhar dinheiro. Para o irresponsável os outros devem primeiro ter dinheiro ou de o juntar e só depois podem ter acesso a um advogado ou a cuidados de saúde e por isso inventaram os seguros como meio de escravatura e desvio de fundos públicos, ficando a saúde precária porque se instalam vários interesses, e assim querem usar a população para criar falsas necessidades e assim a vaguear pelas clínicfas e hospitais (gastar os fundos públicos para enriquecimento privado) e ao mesmo tempo juntam o pagamento da população (os seguros de dentistas e de saúde).

Para o esquerdista ou selvagem não há senão a lei do mais forte porque, sendo agnósticos, têm crença radical ou absoluta na teoria da liberdade total e de que nunca prestarão contas ou serão castigados senão pelo próprio homem (daí que estudam e conspiram para esconder bem os seus actos individuais que se tornam interesse do grupo, de modo a nunca serem descobertos sob pena de serem castigados pelo próprio homem).

NOTAS:

Esta dedinição baseia-se em 25 anos de investigação, entre 1996 e 2021, com a análise a centenas de documentos e a participação de especialistas em todas as áreas económicas, sociais, penais e médicas.

A partir de 1996, em Portugal, os esquerdistas ou Nazismo Negro, NN ou supremacia negra, começaram a gazear os empresários e associativos na alimentação (simulação de doença) para capturar as suas entidades e actividades que usam para desviar fundos ou organizar atentados e colocar a culpa nessas entidades cujos nomes são associados aos fundadores, isto depois da sua chegada ao poder que foi conseguido através de vários atentados, por actos simulados, desde o 25 de Abril. A ideia foi identificar a cor política daqueles e destruir os seus direitos ou associações através de crime organizado pela administração pública, para que tais pessoas desistissem ou se queixassem e assim tivessem motivos para encomendar processos-crime falsos e por impostura, e já que, em Portugal, qualquer pessoa pode entrar e sair de um tribunal ou desviar folhas e processos para o exterior, e até de pode comprar um curso e as profissões de escrivão, magistrado e juíz. É através da retirada de todos os direitos que depois simulam os sem abrigo e o suicídio da vitima, lançando a difamação e factos falsos, usando a fé-pública do seu cargo político ou uma profissão.

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