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Corália Loureiro CDU – A Vereadora que marca as reuniões 1 ano depois de serem solicitadas e a primeira pergunta que faz é: “De que partido são vocês?”

No âmbito do Processo 509/00.6TASXL, várias testemunhas confirmaram que Corália Loureiro perguntou na reunião com o CIS-Juvecriativa, solicitada um ano antes, em Junho de 1998, “De que partido são vocês?”.

Estava provada a discriminação partidária e a perseguição intencional da Autarquia do Seixal em eliminar as pessoas e entidades e associações que fossem conotadas com outros partidos politicos, como se uma associação de inventores tivesse a ver com interesses partidários e políticos, o que demonstra a demência daquela vereadora da CDU na Câmara Municipal do Seixal.

A reunião tinha sido solicitada para saber do correio dos fundos daquela Associação de Inventores, que foi desviado por Carlos Fernandes Soares Garcia, do Departamento que a Vereadora administrava. Afinal tinha havido um prejuízo de 15 mil contos à data, e não se sabia o que tinha acontecido ao correio a não ser que desapareceu no Departamento da Cultura e Juventude.

Seguiram-se duas décadas de perseguição ao fundador da Associação e encomendada a sua morte através de actos simulados (simulações de doença, rixa, acidente e suicídio). Carlos Soares Garcia encomendou depois, ao Juiz Manuel Soares, da sua família, a condenação daquele empreendedor por ele se queixar do seu crime, processo que foi decidido em 08/02/2008 por sentença falsificada, em que o lesado não é ouvido sobre os factos imputados, e assim perseguido durante mais 19 anos por motivos partidários.

Portanto os tribunais transformam os lesados em arguidos para enganar a população, e os advogados defensores eram nomeados por corrupção e da família dos eleitos para a Câmara do Seixal, pessoas que de advocacia nada percebiam e de direito penal nem sequer sabiam ler.

A perseguição contra aquele inventor iniciou-se de 1996 para 1997, quando Luis Rodrigues, alegadamente da distrital do PSD, convidou aquele, como independente, para as eleições autárquicas de 1997, de modo a integrar a equipa como nº 2 para a Junta de Freguesia de Paio Pires.

Ao pensar que seria uma forma de participação livre e democrática, ingenuamente aceitou, ele não sabia ainda quem era o PCP e a respectiva Câmara Municipal dirigida por membros africanos dos ali transferidos membros comunistas!

E muito menos sabia que para perseguir, tais membros Barões africanos, não escolhem raças mas sim quem não aceita o que eles querem, da forma que entendem e especialmente os católicos e muçulmanos brancos e negros (prova testemunhal obtida através de documentos com impostos forjados que são lançados só contra brancos e negros que se mostram como católicos ou muçulmanos; ou seja, desde que não sejam agnósticos são perseguidos e discriminados.

Partilhe a informação: POVO INFORMADO JAMAIS SERÁ ESCRAVIZADO.

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