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DGES – Ensino Superior controlado pela dinastia ou nazismo negro

Sabia que a DGES só comunica a decisão sobre a bolsa de estudo cinco meses depois do inicio das aulas nas universidades, e na decisão acusa os alunos de não estarem matriculados como fundamento para o indeferimento e ao mesmo tempo expulsão do ensino superior para sempre?

Ora a verdade é que se o aluno não estivesse matriculado nem sequer podia ter concorrido à bolsa de estudo. Ou seja nunca podia haver decisão sobre algo que não podia existir.

E se o aluno provar que está matriculado, através do certificado, e que está a frequentar as aulas, a DGES simplesmente decide obrigar o aluno a fazer outro pedido de bolsa de estudo que vai durar vários meses, tal como aconteceu neste caso e em muitos aos milhares.

Ou seja, a DGES obriga os alunos a desistirem através de meios que ela mesmo prepara (burla) porque nunca têm acesso à bolsa de estudo já que a decisão sai fora do prazo legal em vários meses. Trata-se de uma gentinha sem escrúpulos estas pessoas da DGES.

Portanto a intenção da DGES é cativar o maior número de alunos mas uma parte deles são escravos, ou seja são para serem usados para depois desviarem as suas bolsas de estudo para os alunos sombra. Porque afinal nunca há tantos empregos para tantos licenciados ou com a mania de que a licenciatura é emprego certo.

DESCRIÇÃO DO CASO:

O aluno realizou o exame para maiores de 23, para entrar em Direito. Com 15 valores nos testes inscreveu-se e matriculou-se na UAL – Universidade Autónoma de Lisboa, em Setembro de 2008, e iniciando as aulas em 15 de Setembro. Foi obrigado a realizar a candidatura à bolsa de estudo já depois de efectuar a matrícula, em Outubro de 2008, e a única deliberação que recebeu sobre a análise da sua candidatura foi a decisão final, no dia 28/02/2009, que continha os termos que podem ser confirmados no documento mais abaixo.

Repare no documento abaixo, a decisão foi emitida quase 6 meses depois do aluno ingressar, pagou a matrícula, no valor de cerca de 650,00€, e depois foi expulso daquela forma já ao fim de sete meses (em Abril).

A burla da DGES consiste em extorquir o valor da matrícula inicialmente para que as universidades arrecadam milhões de euros, e obrigar os alunos a desistir sem lhe ser comunicada a decisão sopre o pedido da bolsa de estudo. É o chamado “insucesso escolar”, o chavão usado pela ditadura Costa, Santos, Silva, para simular a culpa dos alunos, afinal não passa de uma burla do próprio governo.

Normalmente o alunos seleccionados, cerca de 30% para eliminação, não recebem a decisão da bolsa de estudo, e começam a desistir dos estudos no Natal, nesta data muitos alunos já não aparecem.

Mas como este aluno se aguentou mais tempo, até Abril, a DGES decidiu expulsá-lo da Universidade alegando que não estava matriculado. Mas o certificado da matrícula existe. Ainda hoje nenhuma autoridade quis saber do assunto, em face do regime de ditadura em que as entidades do Estado Português são autênticas organizações criminosas.

Neste caso a bolsa de estudo foi parar em nome de outra pessoa através de documentos falsos, notoriamente, porque só pode ser essa a razão de tal perseguição e só aos alunos portugueses.

Partilhe a informação: POVO INFORMADO JAMAIS SERÁ ESCRAVIZADO.

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